Tempo de Guerra

14.5.12 |

Tempo de Guerra

Vivemos em um tempo de batalha em todas as esferas. Batalhas pessoais, profissionais, espirituais e filosóficas. De longe, a batalha mais importante da igreja está expressa na bíblia em Efésios 6.12.

“Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais”.

Este é um versículo muito ressaltado quando se trata de batalha espiritual, mas, segundo análise estritamente pessoal, vejo que existem alguns fatores importantes para que a igreja de Cristo esteja pronta para este confronto.

O primeiro ponto é que um exército só consegue se alinhar quando os seus soldados estão extremamente alinhados pessoalmente, não dando brecha para confrontos pessoais. Somos todos pecadores e temos de lidar com esta natureza de forma diligente, porém, quando os nossos caprichos prevalecem sobre a vontade soberana do Comandante, estamos longes de ser bons soldados, submissos ao nosso Superior.

O segundo ponto é a constatação de que um exército só está preparado para a luta quando seus soldados, mesmo discordando em alguns pontos, estão totalmente alinhados com o centro do êxito coletivo. Enquanto a igreja der espaço para falácias, fofocas, acusações e sede de poder, ela está longe da preparação para a Grande Guerra.

O terceiro ponto diz respeito à estratégia. O livro “A arte da Guerra“, de Sun Tzu, traz 13 lições sobre a excelência de um exército em batalha. Três delas ressaltam a importância da estratégia, tendo como processo principal conhecer o inimigo. Creio que uma das maiores faltas da igreja seja o fato de crer que só o que se aprende na igreja é o suficiente. Cria-se uma zona de conforto com a premissa de que “o inferno não prevalecerá contra a igreja”, mesmo que a igreja seja encontrada de qualquer maneira. Enquanto a preparação não incluir o entendimento de como o seu inimigo age, em quais áreas ele está se aplicando mais, em que cenários a ação dele está mais evidente, a igreja está longe de alcançar êxito.

Por fim, lembre-se que, mesmo sendo o Comandante desta batalha, o nosso Deus continua sendo um Pai cheio de amor, que não deixa os seus soldados feridos. Lendo Rm 5.6-10, veremos que Deus mandou seu filho morrer por nós, quando nós ainda éramos perdidos, sem reverência e amor ao Reino.

QUANDO NÓS AINDA NÃO ESTÁVAMOS PREPARADOS, NEM SABÍAMOS SE QUERÍAMOS LUTAR, O SENHOR JÁ NOS HAVIA DADO AS SUAS PRNCIPAIS ARMAS: SEU AMOR E SUA PALAVRA.

Nunca é tarde para se deixar ser comandado plenamente por Ele. Aproveite o dia.


Eliézer Gomes

Eliézer Gomes

Publicitário, casado, músico por hobby, ministro de louvor, apaixonado pela escrita e agora, tentando ser blogueiro.

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