As necessidades de Maslow

7.5.12 |

As necessidades de Maslow

Em todos os lugares lemos e ouvimos a respeito do comportamento humano. Alvo de muitas teorias, nosso comportamento é observado e explicado de variáveis formas. Por que agimos de determinada maneira em certas ocasiões? Como podemos ser tão iguais e tão diferentes de certas pessoas? O que temos de comum que nos tornam humanos e o que temos de diferente que nos tornam singularidades?

Temos uma palavra chave como ponto de partida para a investigação dessas questões: motivação. Hoje quero apresentar a vocês Abraham Maslow, alguém que se interessou em estudar a motivação e a caracterizou como determinante de nossos comportamentos. Para ele, a motivação é composta de necessidades/desejos que estão direcionados a um objetivo/objeto, a fim de obter satisfação.

Maslow caracteriza 5 necessidades básicas presentes em todos os indivíduos, que são: necessidades fisiológicas, de segurança, de amor, de estima e de autorrealização. Organizadas em uma hierarquia, acredita-se que há uma ordem de satisfação, desde as mais primárias (fisiológicas) até as mais maduras (autorrealização). A imagem a seguir representa como essas necessidades básicas são dispostas.

Piramide de Maslow

Gostaria de focar minhas observações, a partir de agora, na necessidade de amor. Ter necessidade de amor é necessitar de “laços afetivos com os demais; obter um lugar em seu próprio grupo e no mundo. Ser plenamente compreendido e aceito por alguém”. Maslow chega a dizer que a falta de amor pode gerar patologias (doenças) graves. Fica claro como o amor é importante e necessário para nós.

Um ponto interessante desta teoria (e o que mais me admira, por sua praticidade) é o resultado de uma pesquisa:

“O estudo clínico de pessoas sadias, que foram saciadas em sua necessidade de amor, mostram que, embora precisem menos de receber amor, são mais suscetíveis de dar amor. Nesse sentido, são pessoas mais amantes” (Maslow, 1968, p. 69)

O que percebo diante destas informações? Percebo quão forte é o amor. Não pode ser preso, não tem limites. Ele não só está em uma pessoa, mas também “transborda”, atingindo outras. As obras do amor não são egoístas, mas estão à disposição de todos.

Finalizo por aqui esta minha humilde reflexão, pedindo a participação de todos vocês para que ela não finalize de fato, mas que nos ajude a repensar nossas próprias condições. Por que se tornam raros, cada vez mais, atos de amor ao próximo? Onde está o erro: na nossa fonte de obtenção de amor ou em nós, por sermos falhos em repassar o que temos recebido?

Samara Lacerda

Samara Lacerda

Nasci em 1991, moro em Minas Gerais. Estudo Psicologia, a ciência que amo e escolhi. Sigo Jesus, o mestre que me inspira a viver, que me escolheu.

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