Ah, é pra Deus! | Parte 02

19.4.12 |


Olá! Esta é a segunda parte da série: "Ah, é pra Deus!". E, como vocês podem ver, está tudo certo com a imagem do post! A imagem do primeiro post foi uma brincadeira e não acredito que você se surpreenderia se eu afirmasse que não fiz nada nela que nunca tenha visto em cartazes produzidos para eventos evangélicos. Claro que exagerei muito pra que ela ficasse bastante bizarra!

Mas, enfim, vamos ao que interessa!

Você já percebeu que, em muitas situações, as pessoas pensam que, por estarem realizando algo para Deus, podem ter como único medidor de qualidade a boa vontade que há em seus corações. É... isso mesmo que você leu! Por exemplo: "- Ah, é pra Deus! O que importa é se foi feito de coração!".

Será que é necessário apenas ter boa vontade ou uma boa intenção quando pensarmos em realizar/desenvolver algo pra Deus?!

Gosto sempre de começar pelo começo, com o perdão do pleonasmo, quando penso neste tema e, a primeira coisa que penso é em Gênesis, mais especificamente em Caim e Abel. A história destes dois caras começa no versículo 1 do capítulo 4 do primeiro livro da bíblia. Eles eram filhos de Adão e Eva e foram gerados depois do que os títulos da minha bíblia chamam de "A queda do homem".

O fato é que esses sujeitos, um dia, apresentaram a Deus suas ofertas, que entendo que eram voluntárias; e a de um deles foi aceita e a do outro rejeitada! A bíblia deixa claro em outros textos que Abel era reto, ou melhor, justo, e Caim não! Só pelo fato dele ter tratado a situação da forma que tratou até chegar ao extremo de assassinar seu irmão, já dá pra nós percebermos que a índole do cara não era das melhores. 

Será que Deus teria aceitado a oferta de Abel se ele não fosse um cara justo?! Certamente não! Posso estar enganado, mas reafirmo que eles faziam isso voluntariamente, afinal, eram ofertas. E ofertas são voluntárias! Certo?! A não ser que você pregue a teologia da prosperidade. Então, neste sentido, sim, creio que Deus se importe mais com a intenção do coração do que com o "produto". Um ótimo exemplo disso é quando Jesus está com seus discípulos próximo ao gazofilácio e vê uma viúva ofertando 2 moedas, enquanto os ricos ofertavam grandes quantias. Ele afirma que ela havia depositado muito mais que os demais por ter dado tudo o que tinha para seu sustento, enquanto os outros davam o que lhes sobrava. 

Mas, lembra que eu comecei a conversa falando de realizar/desenvolver?

Pois então, até onde meu conhecimento bíblico limitado me deixa afirmar, normalmente, quando Deus pedia que algo fosse feito para ele, eram deixadas várias instruções; e para realizar estas coisas ele especificava, inclusive, os conhecimentos/habilidades que a pessoa que realizaria a tarefa deveria ter. No próximo post, trarei alguns textos que fundamentam a minha afirmação anterior. 

E, pra finalizar esta segunda parte desta série, gostaria de dizer que: sim, Deus sonda nossos corações quando estamos realizando/fazendo/desenvolvendo algo para ele; porém, em muitos casos, além de um coração bem intencionado, precisamos ter habilidades especificas para realizar determinadas tarefas. Você lembra das perguntas do post anterior? Normalmente, nas igrejas, pessoas que não têm capacidade para desempenhar determinadas funções, são aceitas por terem boa vontade e/ou boa intenção(ou por não ter mais ninguém pra fazer). Porém, isso não basta! E é sobre isso que vamos falar no próximo post! Até lá pessoal, se Deus quiser!

Abraço, 


Luiz Fernando Pimentel

Luiz Fernando Pimentel

Sou designer freelancer, arranho uns acordes em minhas guitarras e moro em Vitória/ES.

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